Ciro de Oliveira Machado
Referência:

"Só Deus sabe".
Resposta dada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso ao ser questionado sobre as perspectivas da economia brasileira.
Revista Veja de 15/08/2001, página 34

"Exportar ou morrer"
Novo lema do governo anunciado pelo presidente da República na posse do Ministro do Desenvolvimento
Folha de São Paulo, caderno Folha Dinheiro, 24/08/2001, página B4




26/08/2001

Nossa Opinião

Diante da turbulência que a economia brasileira e a mundial estão passando, somada ao atual conhecimento da ciência econômica que ora se pratica, a resposta dada pelo nosso presidente chega a fazer sentido.

Entretanto, é nossa opinião que, como em tantos outros momentos ao longo da História, Deus que tudo sabe, permite aos seres humanos também saberem, por meio do conhecimento, da inteligência, da imaginação...

Este é um dos processos que tem permitido a humanidade caminhar e evoluir, passo a passo, em direção à sua perfeição maior...

Vivemos um momento crítico em que é necessário, é imprescindível, sabermos como superar as dificuldades que estão nos conduzindo a dias cada vez piores.

É vontade da maioria dos seres humanos que encontremos um novo caminho que conduza os povos no sentido de alcançar seus ideais de liberdade, paz e justiça social.
E o poder da vontade dos seres humanos, expressa-se na vontade da História, que representa uma das expressões da Vontade de Deus...

Nosso presidente está correto quando diz que "só Deus sabe" sobre as perspectivas da economia brasileira. Deus sabe tudo...
Só Deus sabia o sexo dos bebês antes de nascerem, a cura de muitas doenças, a previsão das tempestades, o segredo da estrutura do átomo, como pisar no solo lunar, e tantas outras coisas que, hoje, os seres humanos, graças às dádivas do conhecimento, da inteligência, da imaginação..., também já sabem.

O comportamento da Economia, para muitos, também ainda é algo que só Deus sabe.

Entretanto, dedicados há mais de 20 anos ao estudo desta ciência e iluminados por Deus, estamos certos de que alcançamos um conhecimento que já permite aos seres humanos serem capazes de prever o comportamento da Economia de uma nação, o comportamento da Economia mundial.

Este conhecimento é a Nova Economia Política e sua moeda neutra de desenvolvimento que apresentamos neste site.
Graças a este novo conhecimento, hoje podemos dizer que há duas alternativas para as perspectivas da economia brasileira:

A Primeira é aquela que será decorrente da simples projeção daqui em diante, de tudo aquilo que hoje estamos praticando em nossa economia. Seu resultado será perpetuar a tendência de mais desemprego, mais pobreza, mais violência, enfim, o agravamento de todas aquelas mazelas que tanto nos afligem. Além disso, deixará o país desprotegido diante da depressão máxima que se avizinha.

A Segunda, é aquela que será decorrente da adoção de uma política de emissão de moeda neutra e outras providências, como propostas pela Nova Economia Política (um resumo sucinto pode ser encontrado na Página Artigos deste site, com o título: A Nova Economia Política - Rumo à Prosperidade). Seu resultado será o soerguimento da nossa economia pelo desenvolvimento sustentado que tornará o nosso País cada vez mais rico, permitindo mais empregos e muitas outras coisas que permitirão reverter toda a atual tendência negativa. Neste caso, quando ocorrer a depressão máxima, o Brasil poderá, em parte, neutralizar os seus efeitos de modo competente.

E, também, como decorrência desta alternativa, seremos capazes de nos livrar da dependência do capital estrangeiro (o dólar) que hoje nos sufoca por ter-se tornado vital para a nossa sobrevivência.
Só livres desta necessidade vital de obter, a qualquer custo, mais e mais moeda estrangeira, não precisaremos ter, nunca mais, como lema "exportar ou morrer".

Entretanto, para conseguirmos tal liberdade, temos que vencer o inimigo que nos oprime, temos que mudar a economia do nosso País. Temos de enfrentar e vencer definitivamente este temível e dominador inimigo...
Vence-lo do mesmo modo como no passado, vencemos, com braço forte, o nosso opressor e conquistamos a nossa liberdade e a nossa independência.
Todavia, para obter esta vitória, temos de ter um verdadeiro estadista que, com toda coragem, tenha como propósito expulsar o inimigo e, novamente, dar o nosso brado heróico e retumbante da Independência:

"Liberdade ou morte".

Daí em diante, caberá à nação brasileira desempenhar o papel que a História nos reservou...



Emmanuel Gama de Almeida