Ciro de Oliveira Machado

Referência:

Artigos no site português http://www.resistir.info, com os títulos: "Fase de impacto da crise sistémica global: Os seis aspectos da "Muito grande depressão americana" de 2007 GEAB (19/jan/2007), "Uma louca fuga para a frente. O declínio do dólar... e dos Estados Unidos" Jorge Beinstein (18/jan/2007), "Os Estados Unidos estão insolventes" Chris Martenson (10/jan/2007), "A construção do império económico: a centralidade da corrupção" James Petras (04/jan/2007), "A estratégia mediática estadunidense 1945-2005" René Naba (14/dez/2006), "A tentativa pífia do imperialismo americano de imitar a História de Roma" Jorge Almeida (21/dez/2006), "As vacas leiteiras das dívidas pessoais. A indústria do cartão de crédito e o capitalismo predatório “ Charles Sullivan (14/dez/2006), “O sistema do dólar e a realidade económica dos EUA no pós guerra" F. William Engdahl (set/2003), "O banco central dos EUA: o templo e os seus segredos sujos" Stephen Lendman (02/dez/2006), "Será que o colapso económico dos EUA acontecerá em 2005?" F. Willian Engdahl (26/jul/2004), "O dólar e a hegemonia dos Estados Unidos" James Galbraith (31/jan/2005), "Uma ameaça pior que o terrorismo" Paul Craig Roberts (21/mar/2005), "O imperialismo estadunidense está em crise?" Gerard Duménil e Dominique Lévy (13/ago/2005), "Economist: A economia do mundo inteiro está em perigo" Eduardo Lorien (12/ago/2005), "A crescente vulnerabilidade dos EUA" Umberto Martins (14/jan/2004), "O dilema do prisioneiro. A hipótese de Bretton Woods II" Alejandro Nadal (24/fev/2005), "Novembro/2006: princípio da fase de impacto da crise sistêmica global" LEAP (16/out/2006), "Ajustamento súbito desregulado", novo eufemismo para colapso. Quão próximos estaremos dele?" Margaret Legum (20/jul/2006), "O rei vai nu. A ascensão vertiginosa da dívida externa dos EUA e o declínio do dólar americano" Andre Gunder Frank (17/jan/2005), "Um império com pés de barro" Milt Neidengerg (18/mar/2006), "Um grande especialista revela segredos dos centros bancários offshore" Michael Hudson (30/mai/2004), "Os donos do Planeta: corporações 2005" Silvia Ribeiro (02/jan/2006), "O fim da hegemonia do dólar" Ron Paul (15/fev/2006), "A supremacia do capital financeiro: lucros record e ascensão do autoritarismo" James Petras (13/dez/2006), EUA: Porque está Nemesis à nossa porta?” , por Chalmers Johnson, 20/Fev/2007,Abril de 2007: Ponto de inflexão da fase de impacto e entrada em recessão da economia dos EUA “, por Global Europe Anticipation Bulletin, 22/Fev/2007, “Mistério: como a riqueza causa a pobreza no mundo”, por Michael Parenti, 01/Mar/2007,A abastança desenfreada dos Estados Unidos”, por William A. M. Buckler, 05/Mar/2007, “A condição do dólar” , por Lindsey Williams, 07/Mar/2007, “Conheça a classe dominante global”, por James Petras, 05/Abr/2007, “Tocar a lira em Washington” , por Angel Guerra Cabrera, 08/Abr/2007, “Irão: A ameaça de uma guerra nuclear”, por Gen. Leonid Ivashov, 16/Abr/2007, “O Irão pode constituir a maior crise dos tempos modernos” , por John Pilger, 17/Abr/2007, e,A loucura do dólar” , por Mike Whitney, 17/Abr/2007.

 

 

19/04/2007

Nossa Opinião

 

Hoje já contamos com Analistas cujas opiniões sobre o previsível colapso do dólar americano e da depressão máxima que já se esboça, são idênticas às nossas.
Suas opiniões estão reunidas em grande parte no site português, http://www.resistir.info.

Além da análise matemática probatória desses eventos, que vimos antecipando desde 1985, com a publicação de nosso primeiro livro “Produção de mercadoria por meio de um estoque e de um fluxo de mercadorias” (à disposição para leitura da Biblioteca da FEA, Economia, USP), nosso trabalho também propõe uma solução definitiva para o que podemos considerar como sendo o principal problema econômico-político-e-social já enfrentado pela humanidade.

Assim o fazemos por considerarmos:

  1. a economia política uma ciência exata, mesmo tendo o homem-econômico, com todas suas idiossincrasias, atrás de todos os fenômenos político-econômicos, - ou seja, com a mudança das regras político-econômicas, mudar-se-iam os resultados em termos de desenvolvimento e distribuição;
  2. a necessária transformação do homem no trato desses problemas, voluntariamente ou pressionado por circunstâncias inarredáveis, - ou seja, (pelos pressionados) aceitar a necessária mudança para tirar a espécie humana de um processo de extinção;
  3. a felicidade como destino final de nossa espécie.

 

Sem egocentrismo, estamos preparados para contribuir na reconstrução de um mundo sem egocentrismos, onde o equilíbrio real estará presente em todas as manifestações humanas, sejam as econômicas, as ecológicas, as sociais e as políticas...

Contribuição nossa que consistirá em aplicar o conhecimento que já existe, na forma da “Nova Economia Política e sua moeda neutra de desenvolvimento” para alcançarmos o equilíbrio econômico, ponto fundamental para que alcancemos uma sociedade equilibrada em todos os aspectos apontados.

 



Ciro de Oliveira Machado